Linguas Mortas

Línguas Mortas: Como Elas Morrem?

Assim como a morte é natural para a vida e as épocas de lucro e prejuízo para as lojas, as línguas também se tornam extintas, e é um processo natural. A morte de uma língua ocorre quando os últimos falantes morrem, estudos indicam que para uma língua ser passada é necessário pelo menos cem mil falantes, e para que ela não caia em esquecimento, é importante que sejam feitos registros escritos da língua para que ela possa ser estudada.

Uma língua morta nada mais é do que uma língua que não é mais utilizada pelos falantes. É conveniente dizer que não é só o número de falantes que preserva uma língua, ela precisa ser passada. Uma língua que viaja dura mais tempo, enquanto uma língua que não viaja, está em apuros.

O latim é um exemplo de língua morta, porém ela é a mais estudada devido ao cuidado e preservação dos seus registros. Após dela, podemos citar: sânscrito, anglo-saxão, grego arcaico e o antigo egípcio. E ainda sim, podemos citar algumas que conseguiram sobreviver, como o aramaico e o hebraico.

No Brasil, boa parte das línguas mortas são idiomas indígenas. Devido a toda catástrofe que acontece com as tribos indígenas, cada vez mais menos falantes destas linguas existem. Veja o exemplo de algumas delas: tupi antigo, tupiniquim, tamoio, pataxó, tabajara, tapes, tremembé, entre outras.

Interessante não é mesmo?

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